Uma jovem esposa estava sentada num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita a sua mãe. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, a mãe remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para sua filha.
- Nunca esqueça seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente, do quanto você ame seu marido, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas com eles; telefone para eles.
Que estranho conselho! Pensou a jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulta. Com certeza meu marido e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ela obedeceu à mãe. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos.
Coração se rompe.
Carreiras terminam.
Colegas esquecem os favores.
Crianças crescem.
Distância separa.
Empregos vão e vêem.
Companheiros não fazem o que deveriam fazer.
Pais morrem.
Tempo passa.
Vida acontece.
MAS…




